A Transformação Digital chegou no campo?

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Publicação na Revista  AgroCampo 18a. Edição – OUT/NOV 2017 e veiculada no site do nosso parceiro, Performance Processos:

Muito se fala no mundo empresarial, seja na indústria, comércio ou serviços, sobre a transformação digital. É algo muito novo e ainda confuso para a maioria dos produtores e empresários rurais. O fato é que a transformação digital já passou da fase da inovação e se tornou uma necessidade para quem busca ter um diferencial competitivo.

E no campo? Como a transformação digital vai afetar o dia a dia da porteira para dentro? A Fazenda Moderna está conectada, a gestão acontece em tempo real e as tomadas de decisão são baseadas em indicadores do negócio. A transformação digital é uma caminhada lenta que começa nas bases. Não são apenas as ferramentas tecnológicas, a jornada começa nos processos e pessoas, treinamentos e por um bom, lembrando que o ótimo é inimigo do bom, Planejamento Estratégico de curto, médio e longo prazo assim da sua implementação gradual e eficaz.

Agregar conhecimento é a peça chave para essa evolução e nesse momento uma consultoria que conheça tecnologia e ao mesmo tempo tenha vivência no agronegócio é um grande diferencial. Segundo Ely Mascia Neto, da Performance Processos, empresa de consultoria que atua nesse mercado, os 4 passos básicos para a transformação digital na fazenda são os seguintes:

1 – Avaliar as tecnologias atuais  e extrair o máximo que oferecem,
2 – Identificar as lacunas e reavaliar os processos,
3 – Indicadores estratégicos por safra e cultivar – planejamento estratégico,
4 – Legislação fiscal/tributária, financeira/econômica, ambiental/agrária e trabalhista, para a sustentabilidade gerencial.

Ely Mascia Neto explica os três primeiros passos:

1 – Avaliar as tecnologias atuais  e extrair o máximo que oferecem. Buscar no leque de ferramentas tecnológicas no mercado a melhor solução para otimizar, dar performance, aos processos que as pessoas precisam executar e com isso alimentar indicadores do negócio, de forma estratégica.

2 – Identificar as lacunas e reavaliar os processos. Muitos falam em processos, mas conceitualmente o que é? São conjuntos de procedimentos e melhores práticas para que tenhamos formalização dos trabalhos, aqueles que são possíveis; tentar atender no mínimo a Lei de Pareto, que é uma homenagem ao economista italiano Vilfredo Pareto  (Proporção dos 80% / 20%). Ai sim teremos métricas ou melhor dizendo medições. Para dar partir para um Planejamento Estratégico, aqui chamado de PE, com indicadores e metas (orçado x realizado).

3 – Indicadores estratégicos por safra e cultivar – planejamento estratégico. É fato que “Se não medimos, Não controlamos.”
Desta forma, ao atender o item “2”, podemos ter indicadores alinhados pelo Planejamento Estratégico (PE) de curto prazo (1 ano), de médio prazo (3 anos) e de longo prazo (mais de 4 anos).

Recapitulando; Analisamos as Tecnologias, Alinhamos Processos e Procedimentos, Treinamos Pessoas, definimos Métricas com Indicadores e Metas para Curto, Médio e Longo prazo.
Não é fácil, há muito trabalho. Fazenda é um negócio importante e alimenta as pessoas; Um  empreendimento, uma empresa assim a necessidade total de Gestão.

O quarto item é explicado pelo conceituado advogado agrarista ijuiense Francisco Torma, da página “Direito Agrário e do Agronegócio”:

4 – Atualmente, é impossível ao gestor, seja ele rural ou não, administrar o empreendimento sem conhecer a legislação aplicada ao setor econômico em que atua. A inovação tecnológica deve atender às regras jurídicas existentes, sob pena de colocar o produtor em risco.

No caso do agronegócio, são vários os ramos do direito que lhe são aplicáveis e que, portanto, devem ser observados na gestão. Citamos como exemplos:
a)   Legislação tributária/fiscal: atualmente, todas as declarações fiscais se dão por meio eletrônico. Assim, o gestor necessita de amparo tecnológico para cumprir os procedimentos legais e evitar a penalização do produtor.
b)   Legislação econômica/financeira: ao mesmo passo, vivemos a época dos títulos de crédito eletrônicos, que circulam virtualmente na bolsa e tem a finalidade de financiar a atividade agrária. Os sistemas gerenciais devem estar atentos a estes procedimentos.
c)    Legislação ambiental/agrária: atualmente o produtor pode ser multado por infração ambiental até mesmo por uma imagem de satélite. Compreender os modernos mecanismos relativos ao direito ambiental e agrário é fundamental para a adequada gestão do agronegócio.
d)   Legislação Trabalhista: as últimas alterações deste ramo do direito tem levado a grandes debates acerca dos seus rumos. De qualquer modo, a gestão rural passa pela necessária observância das regras trabalhistas aplicáveis aos contratos de trabalho, a fim de evitar ou pelo menos minimizar possíveis danos.

O conhecimento e cumprimento da legislação brasileira é fundamental para uma gestão otimizada da atividade rural e necessariamente deve fazer parte da inovação digital aplicada ao agronegócio. Os sistemas digitais e virtuais devem seguir o regramento jurídico vigente, a fim de trazer ao produtor a segurança que se espera dos sistemas gerenciais.

Com esta matéria, apresento a Performance Processos, uma empresa focada em Gestão, em busca de Performance, analisando Processos e ajudando as Pessoas, reforçando os Indicadores e disponibilizando Tecnologias em Gestão.

Nossa VISÃO de Ter a Excelência nos compromissose ser a diferença para nossos clientes e seus negócios.
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Junto a MISSÃO de Estar sempre presente com nosso cliente, parceiro e fornecedorpara com isso obter resultados significativos e sustentáveis em curto, médio e longo prazo.
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Norteado sempre pelos nossos VALORES de Ética, Compromisso, Atitude, Competência, Respeito, Sustentabilidade e Performance

Obrigado,

Ely Antonio Mascia Neto
[email protected]
www.performanceprocessos.com
www.facebook.com/performanceprocessos

Fonte: http://performanceprocessos.com.br/blog/post/a-transformacao-digital-chegou-no-campo

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